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Seagram

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.
The Seagram Company Ltd.
Nome comercialSeagram's
CotaçãoTSX: VO[1]
NYSE: VO
AtividadeBebidas
Fundação1857, em Waterloo, Ontário, Canadá
DestinoDesmembrada. Os principais ativos de bebidas foram vendidos à Diageo, à Pernod Ricard e à Infinium Spirits. As operações de televisão da Universal Studios e os estúdios Interscope Communications, Gramercy Pictures e October Films foram vendidos à USA Networks. Os ativos restantes foram vendidos à Vivendi e passaram a integrar a Vivendi Universal Entertainment.
Encerramento2000
SedeMontreal, Quebec, Canadá
LocaisBurlington
Oakville
Oshawa
Brampton
Saskatoon
Edmonton
Burnaby
Waterloo
Nova Iorque
Pessoas-chaveJoseph E. Seagram
Família Bronfman
ProdutosBebidas alcoólicas, ginger ale, água tônica, água gaseificada
Websiteseagram.com (arquivado)

The Seagram Company Ltd., que operava sob o nome comercial Seagram's, foi um conglomerado multinacional canadense de bebidas e, nos cinco últimos anos de existência, também de entretenimento, com sede em Montreal, Quebec. Fundada em 1857 como uma destilaria de uísque canadense em Waterloo, a empresa tornou-se, na década de 1990, a maior proprietária de marcas de bebidas alcoólicas do mundo.

O caminho para o fim da empresa começou em 1995, quando a Seagram vendeu uma participação de 25% na DuPont, responsável por 70% de seus lucros. A participação havia sido adquirida em 1981. A empresa usou o dinheiro da venda e ampliou seu endividamento para comprar participações de controle em negócios de entretenimento e outros setores. A primeira dessas operações foi a compra da MCA, em 1995, cujos ativos abrangiam a Universal Pictures e seus parques temáticos.

Sem conseguir manter a estabilidade financeira, a Seagram vendeu ativos pelo restante da década e deixou de existir em 2000. Seus negócios de bebidas foram vendidos à Diageo e à Pernod Ricard. As operações de televisão da Universal e os estúdios Interscope Communications, Gramercy Pictures e October Films foram vendidos a Barry Diller. O restante dos negócios de entretenimento da Universal foi vendido ao conglomerado francês Vivendi.

História

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A Waterloo Distillery foi fundada em 1857, em Waterloo, no Canadá. Joseph E. Seagram tornou-se sócio de George Randall, William Roos e William Hespeler em 1869 e passou a ser o único proprietário em 1883. A empresa foi incorporada como Joseph E. Seagram & Sons. Em 1924, Samuel Bronfman e seus irmãos fundaram a Distillers Corporation Limited em Montreal. A companhia cresceu muito na década de 1920, em parte devido à Lei Seca nos Estados Unidos, instituída em 1919. O nome Distillers Corporation Limited vinha de uma empresa do Reino Unido chamada Distillers Company Limited, que controlava as principais marcas de uísque britânicas e mantinha negócios com os Bronfman.[2][3]

Em 1923, os Bronfman compraram nos Estados Unidos a Greenbrier Distillery, fundada por Charles Nelson em Greenbrier, Tennessee, e fechada em 1909. Eles desmontaram a destilaria, enviaram seus equipamentos ao Canadá e a remontaram em LaSalle, Quebec.[4] Os Bronfman enviavam bebidas do Canadá à coletividade de ultramar francesa de São Pedro e Miquelão, ao largo do então Domínio de Terra Nova. Contrabandistas levavam a carga dali para os chamados rum rows de Nova Iorque, Nova Jérsia e outros estados norte-americanos.[5][3]

Em 1928, alguns anos após a morte de Joseph E. Seagram, em 1919, a Distillers Corporation comprou a Joseph E. Seagram & Sons de seu herdeiro e presidente, Edward F. Seagram. A empresa resultante manteve o nome Seagram. Quando a Lei Seca terminou, em 1933, a companhia já dispunha de um grande estoque de uísques envelhecidos para vender ao mercado norte-americano recém-reaberto.[5]

Samuel Bronfman nunca foi condenado por atividade criminosa. Historiadores examinaram seus negócios com contrabandistas durante a Lei Seca nos Estados Unidos, e o tema foi tratado em artigos revisados por pares.[6][7]

Na década de 1930, quando a Seagram passou a operar nos Estados Unidos, pagou uma multa de US$ 1,5 milhão ao governo norte-americano para encerrar uma cobrança de impostos especiais atrasados sobre bebidas alcoólicas exportadas ilegalmente ao país durante a Lei Seca. O governo havia pedido inicialmente US$ 60 milhões.[8]

Prédios originais da destilaria Seagram em Waterloo, depois convertidos nos condomínios Seagram Lofts, no número 5 da Father David Bauer Drive

A partir da década de 1950, a maior parte da Distillers-Seagram pertencia aos quatro filhos de Samuel Bronfman, por meio da holding Cemp Investments. Os três produtos destilados mais vendidos da Seagram entre as décadas de 1960 e 1990 eram Seven Crown, VO e Crown Royal.[3]

Em 1963, a Seagram comprou a Texas Pacific Coal and Oil Company por US$ 61 milhões em dinheiro e um acordo de pagamento de produção no valor de US$ 216 milhões com a Glanville Minerals Corporation, de Nova Iorque. A Texas Pacific Coal and Oil Company foi fundida com a Frankfort Oil Company, outra produtora de petróleo pertencente à Seagram. A nova empresa recebeu o nome Texas Pacific Oil Company.[9] Em 1980, os herdeiros Bronfman venderam os ativos da Texas Pacific Oil à Sun Oil Co. por US$ 2,3 bilhões.[10]

Após a morte de Samuel Bronfman, em 1971, Edgar Bronfman Sr. foi nomeado presidente do conselho e diretor-executivo. Ele ocupou os cargos até junho de 1994, quando seu filho Edgar Bronfman Jr. assumiu como diretor-executivo.[11]

Em 1978, a Seagram assumiu a vinícola Stonyfell, nas encostas orientais de Adelaide, comprada da Dalgety Australia. A produção de vinho da unidade de Stonyfell foi encerrada por volta de 1978.[12]

No início da década de 1980, a Seagram tentou comprar a St. Joe Minerals, mas perdeu a disputa para a Fluor Corporation.[13][14]

Em 1981, com grande disponibilidade de caixa e buscando diversificar seus negócios, a subsidiária norte-americana Seagram Company Ltd. tentou assumir o controle da Conoco Inc., uma grande produtora de petróleo e gás dos Estados Unidos. A Seagram adquiriu 32,2% da Conoco, mas a petrolífera chamou a DuPont para apresentar uma oferta concorrente e evitar a aquisição. A Seagram perdeu a disputa. Em troca de sua participação na Conoco, porém, recebeu 24,3% da DuPont. Em 1995, era a maior acionista individual da DuPont e ocupava quatro assentos em seu conselho de administração.[15]

Em 1986, a empresa iniciou uma campanha de comerciais de televisão para seus coolers de vinho Golden. Com Bruce Willis como garoto-propaganda, a Seagram passou do quinto para o primeiro lugar entre as destiladoras em apenas dois anos.[16]

Em 1987, a Seagram organizou a compra da fabricante francesa de conhaque Martell por US$ 1,2 bilhão.[3] Em 1988, adquiriu a fabricante norte-americana de bebidas à base de frutas Tropicana por US$ 1,2 bilhão.[17][18]

Caminho para a dissolução

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Em 1995, Edgar Bronfman Jr. queria entrar nos setores de cinema e mídia eletrônica. Em 6 de abril daquele ano, após uma iniciativa de Bronfman, a DuPont anunciou um acordo para recomprar da Seagram suas próprias ações por US$ 9 bilhões. A operação recebeu fortes críticas da comunidade de investidores, pois a participação de 24,3% na DuPont respondia por 70% dos lucros da Seagram. A Standard & Poor's tomou a medida incomum de afirmar que a venda da participação na DuPont poderia provocar um rebaixamento da classificação de mais de US$ 4,2 bilhões em dívida de longo prazo da Seagram. Bronfman usou o dinheiro da venda para adquirir da Matsushita uma participação de controle na MCA, cujos ativos abrangiam a Universal Pictures e seus parques temáticos.[3]

Em 1998, a Seagram comprou a PolyGram por US$ 10,6 bilhões[19] e distribuiu seus ativos entre as operações da Universal Studios, em especial a Universal Music Group e a Universal Pictures.[20][21] No mesmo ano, vendeu a Tropicana Products à PepsiCo por US$ 3,1 bilhões.[3][22]

Em 2000, a divisão de entretenimento da Seagram foi vendida à Vivendi. Depois que a Vivendi comprou o grupo francês de mídia Groupe Canal+, a divisão passou a integrar a nova Vivendi Universal, em 11 de dezembro de 2000.[23] A divisão de bebidas foi vendida à Diageo e à Pernod Ricard.

Em entrevista ao The Globe and Mail em 2013, Charles Bronfman, tio de Edgar Jr., comentou as decisões que levaram ao fim da Seagram: "Foi um desastre, é um desastre, será um desastre. Foi uma tragédia familiar."[24]

Destino dos ativos após a falência

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A marca Seagram's permaneceu em uso depois do fim da empresa, como neste caminhão de 2011 de bebidas alcoólicas prontas para consumo Seagram's Escapes.

Quando a Vivendi começou a leiloar o negócio de bebidas da Seagram, a antiga operação reunia cerca de 180 marcas e extensões de marca de bebidas alcoólicas, além de seus nomes originais mais conhecidos.[25]

Em 2002, a Coca-Cola Company comprou da Pernod Ricard e da Diageo a linha Seagram's Mixers, formada por ginger ale, água tônica, club soda e água gaseificada, e assinou com a Pernod Ricard um acordo de longo prazo para usar o nome Seagram nesses produtos.[26]

Desde 2009, a North American Breweries, antes chamada KPS, detém uma licença da Pernod Ricard para produzir Seagram's Cooler Escapes e as marcas de bebidas à base de malte da Seagram.[27]

Em 19 de abril de 2006, a Pernod Ricard anunciou que fecharia a antiga destilaria da Seagram em Lawrenceburg, no estado de Indiana, Estados Unidos. A destilaria foi vendida em 2007 à CL Financial, uma holding de Trindade e Tobago que mais tarde entrou em colapso e precisou de intervenção do governo. A CL Financial operou a unidade como Lawrenceburg Distillers Indiana. Em dezembro de 2011, a destilaria foi comprada pela MGP Ingredients, sediada em Atchison, no Kansas.[28] A instalação recebeu o nome MGP of Indiana e fornece os componentes do Seagram's Seven Crown, marca pertencente à Diageo.[28]

A Seagram's tinha mais de 180 marcas de bebidas alcoólicas quando sua divisão de vinhos e destilados foi vendida à Diageo e à Pernod Ricard.[3]

  • Brandy e conhaque: Macieira, Martell
  • Gin: Seagram's Gin
  • Licores e bitters: Dr. McGillicuddy's, Kahlúa, Suze
  • Rum: Captain Morgan, Myers's, Wood's, Trelawny
  • Vodca: Absolut, Nikolai, Seagram's Vodka
  • Uísque americano: The Benchmark, Bulleit, Eagle Rare, Four Roses, Kessler, Maker's Mark, Seagram's Seven Crown, Seagram's 83
  • Uísque canadense: Crown Royal, Fireball, Seagram's VO, Seagram's Whisky
  • Uísque indiano: Blenders Pride, Royal Stag, Imperial Blue
  • Uísque escocês:
    • Single malt: Allt-A-Bhainne, BenRiach, Braeval, Caperdonich, Dalmunach, Glen Grant, Glen Keith, The Glenlivet, Longmorn, Strathisla
    • Blended: Chivas Regal, Passport, Royal Salute
  • Vinho: Chateau St. Jean, Chateau Souverain, California, Gallo of Canada, Mumm Cuvée Napa, Sogrape Vinhos, Tessera, Sterling Vineyards, The Monterey Vineyard
  • Champanhe: G.H. Mumm
  • Outros: Seagram's Escapes, Seagram's Ginger Ale, Seagram's Seltzer, Seagram's Tonic Water

Marca e antigos imóveis

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O Seagram Building, em Nova Iorque

O nome Seagram permaneceu em uso em bebidas após o fim da empresa. Seagram's Seven Crown, usado no coquetel norte-americano 7 and 7, é produzido pela Diageo, enquanto o Seagram's V.O. é produzido pela Sazerac.[29] Em 2022, algumas linhas de coolers ainda eram vendidas com o nome Seagram. A Seagram's Escapes era produzida pela Genesee Brewing para o mercado norte-americano, e a Seagram Island Time pela Waterloo Brewing para o mercado canadense.[30][31] A Coca-Cola Company produz a linha de refrigerantes Seagram's Ginger Ale desde 2002 e ampliou sua distribuição nos Estados Unidos em 2011.[32]

A Seagram's House, antiga sede da empresa em Montreal, foi doada pela Vivendi Universal à Universidade McGill em 2002 e recebeu o nome Martlet House.[33] O Seagram Building, antiga sede norte-americana da empresa em Nova Iorque, foi encomendado por Phyllis Lambert, filha do diretor-executivo da Seagram Samuel Bronfman, e projetado pelos arquitetos Ludwig Mies van der Rohe e Philip Johnson. O edifício adotou a estética do funcionalismo e do modernismo corporativo. Seu desenho tornou-se um modelo repetido entre os arranha-céus da cidade nas décadas seguintes, e o prédio foi usado em filmes de Hollywood. Quando foi concluído, em 1958, seu custo fez dele o arranha-céu mais caro do mundo.[34] A família Bronfman vendeu o Seagram Building à TIAA por US$ 70,5 milhões em 1979.[35]

O Seagram Museum, instalado na antiga destilaria original da Seagram em Waterloo, fechou em 1997 por falta de recursos. O prédio passou a abrigar o Centre for International Governance Innovation e a Shopify. As duas casas de barris originais foram convertidas nos condomínios Seagram Lofts. Havia quase 2,0 hectares de terreno aberto, onde a Balsillie School of International Affairs foi construída. As obras começaram em 2009 e terminaram em 2010.[36][37]

Ver também

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  • Seagram Building, antiga sede da empresa nos Estados Unidos, em Nova Iorque
  • Família Bronfman, família que controlou a Seagram durante grande parte do século XX
  • Diageo, uma das compradoras dos ativos de bebidas da Seagram em 2000
  • Pernod Ricard, outra compradora dos ativos de bebidas da Seagram em 2000

Referências

  1. ↑ «Seagram shareholders website» (em inglês). Arquivado do original em 3 de março de 2000
  2. ↑ Graham D. Taylor (2006). «"From Shirtsleeves to Shirtless": The Bronfman Dynasty and the Seagram Empire» (PDF) (em inglês). Business History Conference
  3. 1 2 3 4 5 6 7 Faith, Nicholas (2006). The Bronfmans: The Rise and Fall of the House of Seagram (em inglês). [S.l.]: Thomas Dunne Books
  4. ↑ de Kergommeaux, Davin (2012). Canadian Whiskey: The Portable Expert (em inglês). [S.l.: s.n.] ISBN 978-0-7710-2745-1
  5. 1 2 Okrent, Daniel (2010). Last Call: The Rise and Fall of Prohibition (em inglês). [S.l.]: Simon & Schuster. p. 343. ISBN 978-0-7432-7702-0
  6. ↑ Newman, Peter C. (1978). Bronfman Dynasty: The Rothschilds of the New World (em inglês). Título da edição norte-americana: King of the Castle: The Making of a Dynasty. [S.l.: s.n.] ISBN 0-7710-6758-5
  7. ↑ Okrent, pp. 146-158.
  8. ↑ «Bronfman fortune based on ... well ... bootlegging». Ottawa Citizen (em inglês). 19 de agosto de 1975
  9. ↑ «Paydirt and the Man from Spotsylvania (Part 3): Oil». Hometown by Handlebar (em inglês). 13 de maio de 2019. Consultado em 9 de novembro de 2023. Cópia arquivada em 10 de novembro de 2023
  10. ↑ Marrus, Michael R. (1991). Samuel Bronfman - The Life and Times of Seagram's Mr. Sam (em inglês). [S.l.]: Brandeis University Press of New England. pp. 372–373. ISBN 0-87451-571-8
  11. ↑ Bronfman, Edgar M. (1998). Good Spirits: The Making of a Businessman (em inglês). [S.l.: s.n.] ISBN 0399143742
  12. ↑ Warburton, Elizabeth; Burnside (S.A.). Corporation (1981). The paddocks beneath: a history of Burnside from the beginning (em inglês). [S.l.]: Corporation of the City of Burnside. ISBN 978-0-9593876-0-5
  13. ↑ «Making a mark». The Banker (em inglês). 2 de janeiro de 2006
  14. ↑ «Le géant canadien Seagram lance une O.P.A. sur St. Joe Minerals». Le Monde (em francês). 13 de março de 1981
  15. ↑ Wayne, Leslie (11 de agosto de 1985). «SEAGRAM PUTS ITS FAITH IN CHEMICALS». The New York Times (em inglês). ISSN 0362-4331. Consultado em 14 de outubro de 2023
  16. ↑ Entrevista com Bruce Willis, p. 65, Playboy, novembro de 1988.
  17. ↑ «Seagram to Buy Tropicana in Deal Worth $1.2 Billion». Los Angeles Times (em inglês). 11 de março de 1988. Consultado em 7 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 13 de agosto de 2025
  18. ↑ Cole, Robert J. (11 de março de 1988). «Seagram to Buy Tropicana Products». The New York Times (em inglês). Consultado em 7 de novembro de 2025. Cópia arquivada em 15 de agosto de 2025
  19. ↑ «Seagrams completes PolyGram acquisition». CNN Money (em inglês). 10 de dezembro de 1998. Consultado em 1 de janeiro de 2024. Arquivado do original em 13 de junho de 2025
  20. ↑ Shapiro, Eben (11 de maio de 1998). «Seagram Nears PolyGram Purchase After Talks With EMI Fall Apart». The Wall Street Journal (em inglês). ISSN 0099-9660. Consultado em 1 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2024
  21. ↑ Philips, Chuck; Eller, Claudia (22 de maio de 1998). «Seagram Uncorks $10.6-Billion Deal to Buy PolyGram». Los Angeles Times (em inglês). Consultado em 1 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 11 de julho de 2023
  22. ↑ Carver, Benedict; Dawtrey, Adam (10 de fevereiro de 1999). «U to start int'l distrib». Variety (em inglês). Consultado em 9 de janeiro de 2022. Cópia arquivada em 9 de janeiro de 2022
  23. ↑ «L'histoire du Groupe CANAL+ de 1983 à nos jours». Canal+ (em francês). 1 de janeiro de 2012. Arquivado do original em 5 de fevereiro de 2012
  24. ↑ Slater, Joanna (5 de abril de 2013). «Charles Bronfman opens up about Seagram's demise: 'It is a disaster'». The Globe and Mail (em inglês). Consultado em 8 de abril de 2013
  25. ↑ «Diageo, Pernod win Seagram drinks units - Dec. 19, 2000». CNN Money (em inglês). Consultado em 20 de outubro de 2024. Arquivado do original em 16 de março de 2004
  26. ↑ «COMPANY NEWS; COKE ACQUIRES SEAGRAM'S LINE OF MIXER DRINKS». The New York Times (em inglês). 8 de maio de 2002. ISSN 0362-4331. Consultado em 1 de janeiro de 2024
  27. ↑ Kesmodel, David (23 de fevereiro de 2009). «KPS Buys Beer Operations, Forms Company for Its Brewery Holdings». The Wall Street Journal (em inglês). ISSN 0099-9660. Consultado em 1 de outubro de 2020
  28. 1 2 «MGP Ingredients Inc. to Purchase Lawrenceburg, Indiana Distillery Assets» (em inglês). MGP Ingredients. 21 de outubro de 2011. Cópia arquivada em 20 de dezembro de 2024
  29. ↑ Muvija M; Geller, Martinne (12 de novembro de 2018). «Diageo to sell 19 brands to U.S.-based Sazerac for $550 million». Reuters (em inglês). Consultado em 10 de agosto de 2021. Cópia arquivada em 14 de outubro de 2023
  30. ↑ Cleveland, Will. «Genesee Brewery manager: 'Seagram's Escapes is now our number one brand'». Democrat and Chronicle (em inglês). Consultado em 3 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2022
  31. ↑ «Waterloo Brewing launches Seagram Island Time Coconut Lime Cocktail». Newswire.ca (em inglês). Consultado em 3 de fevereiro de 2022. Cópia arquivada em 3 de fevereiro de 2022
  32. ↑ «Coca-Cola Launches That Special Seagram's Sparkle Across the U.S.». The Coca-Cola Company (em inglês). 28 de fevereiro de 2011. Consultado em 2 de janeiro de 2024. Cópia arquivada em 2 de janeiro de 2024
  33. ↑ Desjardins, Sylvain-Jacques (25 de abril de 2004). «Seagram Building reborn as Martlet House». McGill Reporter (em inglês). Consultado em 7 de fevereiro de 2009. Cópia arquivada em 12 de outubro de 2012
  34. ↑ Bagli, Charles V. (12 de outubro de 2000). «On Park Avenue, Another Trophy Changes Hands». The New York Times (em inglês). Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 11 de setembro de 2020
  35. ↑ Dunlap, David W. (21 de abril de 1988). «Seagram Landmark Move is Backed». The New York Times (em inglês). Consultado em 30 de janeiro de 2018. Cópia arquivada em 31 de agosto de 2020
  36. ↑ «Construction continues on the Balsillie Campus» (em inglês). 2 de julho de 2010. Arquivado do original em 23 de abril de 2011
  37. ↑ Mercer, Greg (8 de janeiro de 2009). «New Balsillie School will be 'functional, not fancy'». Kitchener Record (em inglês). Consultado em 10 de agosto de 2009. Arquivado do original em 7 de novembro de 2012

Ligações externas

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