Violaceae
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Violaceae, a família das violetas, contém cerca de 26 gêneros e 900 espécies de plantas herbáceas, arvoretas, arbustos ou menos frequentemente lianas. Em regiões temperadas predominam as espécies do gênero herbáceo Viola, enquanto os trópicos concentram a maior diversidade genérica da família, com representantes predominantemente lenhosos.
Galhos de especies do gênero Rinorea são consumidos como "plantas de mascar" na África Ocidental. Viola odorata tem rizomas e sementes, que são venenosos, mas também dela são extraídos diversos óleos essenciais aromáticos.[1][2]
Alsodeiaceae J.G. Agardh, Leoniaceae DC., Retrosepalaceae Dulac.[3]
Mitologia
[editar | editar código]O nome latino de "violeta" é Viola, forma latina do grego Ione. Ione era amada por Júpiter, que, para evitar o ódio de Juno, sua esposa, transformou Ione em uma vitela. Ione chorava enquanto pastava, e de suas lágrimas nasciam violetas. A violeta é considerada uma planta de reverência à deusa Afrodite. Fora no passado, simbolo de fertilidade, e componente frequente de filtros de amor.
Era o símbolo da cidade de Atenas, onde servia para adoçar alimentos. Os romanos faziam vinhos de violetas. Plinio, o Velho, aconselhava o uso de coroa de violetas para curar dores de cabeça e tonturas, principalmente se eram resultadas por uso excessivo de bebidas alcoólicas. Hoje em dia, sabe-se que ela contém um glicosídeo do ácido salicílico, cuja fórmula sintética é utilizada na Aspirina.
Para Napoleão, era o emblema de seu partido, por ser a flor favorita de sua esposa Imperatriz Josefina.[2]
Gêneros
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Ecologia
[editar | editar código]Violaceae é notavelmente comum em termos do mesmo número de espécies e indivíduos com hastes de até 10 cm ao longo da
