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Ruud Gullit

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Ruud Gullit
Ruud Gullit
Gullit em 2024
Informações pessoais
Nome completo Rudi Dil
Data de nasc. 1 de setembro de 1962 (64 anos)
Local de nasc. Amsterdam, Países Baixos
Nacionalidade neerlandês
surinamês
Altura 1,90 m
Pé ambidestro
Apelido Gullit
Informações profissionais
Posição Meia-atacante
Clubes de juventude
1967–1975
1975–1979
Meer Boys Amsterdam
DWS Amsterdam
Clubes profissionais
Anos Clubes Jogos (golos)
1979–1982
1982–1985
1985–1987
1987–1993
1993–1994
1994
1994–1995
1995–1998
Haarlem
Feyenoord
PSV Eindhoven
Milan
Sampdoria
Milan
Sampdoria
Chelsea
Total
0091 00(32)
0107 00(43)
0075 00(53)
0159 00(52)
0041 00(18)
0014 000(4)
0022 000(9)
0063 000(7)
0638 0(235)
Seleção nacional
1981
1981–1994
Países Baixos Sub-21
Países Baixos
0004 000(1)
0066 00(17)
Times/clubes que treinou
1996–1998
1998–1999
2004–2005
2007–2008
2011
Chelsea
Newcastle
Feyenoord
Los Angeles Galaxy
FC Terek Grozny
Medalhas
Competidor dos Países Baixos
Eurocopa
Ouro1988Jogador

Rudi Dil, nome de batismo de Ruud Gullit (Amsterdã, 1 de setembro de 1962), é um ex-futebolista neerlandês que atuava como meia-atacante. É considerado um dos maiores futebolistas dos país e do mundo nos anos 80.

Como tinha velocidade, força; fazia dribles e gols de fora da área.Gullit foi conhecido como um jogador completo por causa das caracteristicas,Atuava tanto como líbero, meia ou atacante.[1]

Em 1987, foi eleito o melhor jogador do mundo (prêmio chamado de Ballon d'Or na época). Na cerimônia de entrega deste prêmio, dedicou sua vitória, ao então preso político, Nelson Mandela[2].

Está incluído na lista da FIFA dos maiores jogadores do século XX, e ocupa a 18ª posição.

De acordo com uma pesquisa online feita pela UEFA, chamada Jubileu de Ouro, ficou na 13ª posição no ranking dos melhores jogadores europeus dos últimos 50 anos.

Carreira em clubes

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Países Baixos

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Começou no pequeno Haarlem, após ser descoberto quando jogava em um time de jovens do bairro de Yordam, em Amsterdã, o Meerboys. Foi nessa época que ele deixou de usar o sobrenome Dil, herdado de sua mãe. Pediu autorização ao seu pai para usar o sobrenome deste, Gullit, considerado por ele mais imponente.[3]

Havia jogado apenas cinco partidas e o clube foi rebaixado.[3] Na segunda divisão, conseguiu o título e foi eleito o melhor do campeonato. Na temporada que se seguiu, o Haarlem conseguiu, pela primeira e única vez, um lugar entre os classificados para uma copa europeia, ao alcançar vaga para a Copa da UEFA.[3]

Gullit fez 91 jogos no campeonato pelo Haarlem, marcando 32 gols. Estreou-se pelo clube com apenas 16 anos, tornando-se na altura o jogador mais jovem da história da Eredivisie.[4]

Feyenoord

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Despertou a cobiça de um dos grandes clubes do país, o Feyenoord, após chegar em 1981 à Seleção Neerlandesa,[5] em virtude do título do Haarlem na segunda divisão do país. Já exibia a personalidade forte e os dreadlocks nos cabelos que o caracterizariam. No clube de Roterdã, do qual é torcedor declarado,[6] teve a companhia de ninguém menos que seu grande ídolo, Johan Cruijff,[5] que veio jogar na equipe a sua temporada de despedida, a de 1983/84. Foram juntos campeões neerlandeses e da Copa dos Países Baixos.

PSV Eindhoven

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Em 1985, Gullit mudou-se para o PSV por 1,2 milhão de florins holandeses e acabou marcando 46 gols em 68 jogos do campeonato pela equipe. Gullit foi novamente nomeado Futebolista do Ano em 1986, ao ajudar o PSV a conquistar a coroa da Eredivisie , um feito que repetiu no ano seguinte . Foi no PSV que Gullit realmente começou a se estabelecer como um jogador de futebol de classe mundial.[7]

Ele, que jogou em dois dos três grandes times de seu país, jamais voltaria a atuar em clubes neerlandeses. Declararia que poderia ter jogado no que faltou - o Ajax -, mas os dirigentes teriam arrogantemente manifestado o desejo de que Gullit fosse até o clube, e não o contrário. "Todavia, quando me cruzo com dirigentes do Ajax daqueles anos me pedem perdão por como me trataram", disse.[3]

Embora o PSV quisesse o negócio, Gullit não gostava da difícil missão de ser um substituto de Michel Platini e preferiu acertar com outra tradicional equipe italiana, o Milan,[8] que na mesma época acertou a contratação de seu compatriota Marco van Basten.

Chegou à Milão por nove milhões de dólares, e não precisou de muito tempo para se consagrar também no clube, participando da campanha que deu ao Milan seu 11º título na Serie A, encerrando onze anos de jejum.[5] Durante a sua primeira temporada, receberia a Bola de Ouro da France Football, à qual dedicou ao líder negro sul-africano Nelson Mandela,[5] que ainda estava preso.

Na temporada seguinte, a dupla com Van Basten virou um trio com a chegada de outro compatriota, Frank Rijkaard, todos recém-campeões da Eurocopa 1988. E o sucesso só aumentou: credenciada a disputar a Copa dos Campeões da UEFA, o Milan reconquistou seu terceiro troféu no torneio, vinte anos após seu último, firmando-se como o clube italiano que mais venceu a mais importante competição de clubes europeus, de quebra deixando para trás aí a rival